Passagem de Ano: Experiências Gastronómicas

Não dispense o croquete, um dos melhores de Lisboa, e o foie gras nas entradas. Luís Gaspar, chef a quem devemos ainda as cartas do Brilhante (mais caro) e o Pica-Pau (mais barato), merece um altar. Com carne de primeiríssima linha, cortes tentadores e uma maturação feita na casa, tudo o que chega à mesa é irrepreensível. Destaque para os wontons em caldo escuro e vibrante, noodles artesanais, elásticos e firmes, em versões com vaca ou tripas, além de pratos frios como a salada de vaca com pepino e coentros. Depois de ter saído do Praia no Parque, Lucas Azevedo voltou com um restaurante sem rótulos, mas com um grande balcão.

  • Esta combinação de conforto e estética contribui para a atmosfera que muitos clientes descrevem como magnífica e aconchegante.
  • Uma das sobremesas disponíveis é o açaí, que tem uma estação de self-service.
  • Com criatividade, detalhe e consistência, a chef argentina Romina Bertolini eleva a fasquia com pratos como o arroz de couves tostado, tosta de curgete e anchovas, cabeça de xara com picles ou suas cobiçadas empanadas.
  • No Rumi, as especialidades das cozinhas palestiniana e turca não se fundem – apenas convivem numa mesma e extensa carta, cheia de opções para partilhar.

Foi ali, numa esquina de Leça da Palmeira, que o chef Nuno Castro ajudou a criar uma revolução verde que, aos poucos, foi tomando o país. Na rua da Meditação há um espaço que convida a uma viagem pela gastronomia milenar da Geórgia, feita de sabores intensos, de tradições únicas e de heranças familiares. No menu, sobressaem entradas como a saborosa tarte de cebola assada na brasa. https://tribunasportsbar.pt/ Com a chef Rafaela Ferreira a comandar a cozinha ( venceu o prémio de Chefe Revelação 2025 nos Prémios Mesa Marcada), o Exuberante aposta em ingredientes locais, biológicos e sazonais, dando protagonismo aos vegetais. Pode parecer contraditório, mas tudo faz sentido quando nos sentamos à mesa do restaurante do Altis Porto Hotel, que abriu portas em Agosto de 2024. A estrela Michelin chegou em 2022; e em 2024 integrou a ala dos chefs no Time Out Market Porto.

Conforme a classificação CAE, a empresa dedica-se à atividade Restaurantes Tipo Tradicional. Drinks autorais e encontros descontraídos marcam a experiência Aberto desde 2009, o Bar Tribunal tem várias TVs para os jogos de futebol pela rede de tv à cabo SKY e internet wi-fi gratuita para clientes. Prestações da casa voltam a subir em agosto com Euribor acima de 2,4%

De restaurantes de cozinhas internacionais a bares de vinhos modernos, de muitas casas tradicionais a chefs que querem mostrar que é possível elevar a gastronomia local a novos patamares, o Porto tem a mesa posta. Com passagens por espaços como a Taberna do Calhau ou o Isco, André Andrade e Victor Hugo Sintra decidiram mudar de vida e tomar conta de uma cafetaria no mais inusitado dos sítios, no interior do Complexo Desportivo de Benfica. A casa fica mesmo em frente ao largo do coreto do Calhariz Velho, em Benfica (perto da estação de comboios), e não tem esplanada. Às sextas e sábados, os clientes habituais já sabem, é dia de feijoada à brasileira – um dos grandes sucessos da casa. Com uma barra de nove lugares e três mesas, o pequeno restaurante foi pensado e desenhado pelo chef brasileiro, que conhecemos no extinto Mattë. Sentar-se ao balcão do YŌSO é entrar num ritual omakase sério, com nove momentos de alto nível.

Informações Práticas e Acessibilidade

O único senão é só ficar tão fora de mão, pelo menos desta redacção. Já nos dias de cozido à portuguesa (quarta-feira e sábado) o melhor é chegar cedo porque são especialmente concorridos. Na altura certa, é dos melhores restaurantes da cidade para comer lampreia, vinda precisamente do Alto Minho. Nesta casa courense – entenda-se, de pessoas de Paredes de Coura – não há prato que desiluda, sendo a massada de peixe, o polvo à lagareiro e os bons grelhados – quer de carne, quer de peixe – uma aposta sempre segura. Não está sempre na carne, sendo habitualmente servida entre segunda e quarta-feira, de quinze em quinze dias.

Com cozinha aberta e ambiente tranquilo, o serviço é eficaz e tem o seu momento na altura das sobremesas, com o “kinder joy”, um doce com leite condensado, chocolate e avelã que se apresenta numa taça em forma de ovo Kinder. Na mais célebre casa das Portas de Santo Antão, tudo acontece à boa maneira antiga, seja ao balcão ou nas mesas do restaurante, apesar de a experiência ser bem diferente. No final, acabe com um arroz doce, uma baklava, uma mamounia ou uns bolinhos de pistáchio, sobremesas que também se podem levar para casa. O ambiente pesado não mudou, tal como a lista deliciosamente parada no tempo , que mantém o cocktail de marisco nos “acepipes”, o bife raspado nos pratos e a banana flambé nas sobremesas. Para terminar tem sobremesas tradicionais, do arroz doce (4,50€) à mousse de chocolate (4,50€).

Outros comentários sugerem que, por vezes, o serviço pode tornar-se algo caótico, com a equipa a informar os clientes sobre a indisponibilidade de pratos de forma faseada, o que pode gerar alguma frustração. Uma crítica específica mencionou um incidente desagradável com cascas de ovo num prato de "ovos revueltos", uma falha na cozinha que, embora possa ser pontual, afetou negativamente a refeição do cliente. A sua localização no primeiro andar e as amplas janelas garantem não só uma excelente iluminação natural, mas também uma vista panorâmica sobre a praça, tornando a refeição numa experiência visualmente agradável. A sala, moderna e com uma decoração descrita como "chique" e "boa", proporciona um ambiente acolhedor e cosmopolita.

Neste caso, são cinco momentos de inspiração internacional com harmonização. Tem dois à escolha, um de sete e outro de dez momentos, que vão mudando entre estações. O chef saiu de Chaves há já uns bons anos, mas nunca esquece as raízes. O espaço está maior e há um piso inferior novinho em folha, mas esta cervejaria mantém-se fiel à sua identidade de sempre. Deixe os preconceitos em casa e arrisque nuns pezinhos de coentrada, em mioleira, túbaros ou orelha, sempre cozinhados de formas inesperadas. Quer isto dizer que o animal é sacrificado, mas todo aproveitado.

Mesas corridas, bancos de pau, queijos e presuntos de entrada, um balcão com um mostrador de petiscos completo e uma ardósia que apresenta os pratos do dia. Também conhecido “como aquele sítio na Mouraria que está sempre cheio” e tem um “granda bacalhau assado”, o Zé da Mouraria é o restaurante ideal para quem quer comer muito (muitíssimo), pagar pouco e passar uma tarde pós-almoço, à mesa, sem ser enxotado. Os pratos anunciam-se na ardósia, há uma certa desarrumação em casa, mas nada que atrapalhe a ordem na cozinha de onde podem sair pratos como o xerém com rissóis de berbigão, um pica-pau de atum ou rabo de boi. É a Joaquim Saragga Leal que devemos a Taberna Sal Grosso de onde saíram alguns dos chefs, cozinheiros e taberneiros modernos que têm dado que falar, de Zé Paulo Rocha d’O Velho Eurico a Pedro Abril, na Musa.

Espaços

Nesta lista vai encontrar muitas opções para brunches em Cascais e programas de fim-de-semana diferentes. E a verdade é que às idílicas praias junta-se uma agenda de eventos preenchidérrima, restaurantes fantásticos, imeeeenso espaço para fazer desporto e, claro, carradas de novidades. Afinal, desde o primeiro dia que nos sentimos em casa na vila como na cidade, desde o primeiro dia Cascais é um ponto cardeal na atenção da Time Out que se diz de Lisboa. E, por fim, para sobremesa tem o cheesecake de frutos vermelhos (4€), um dos bolos do dia (3€) ou a delícia de amendoim (4,50€).

Comments

Leave a Reply

Your email address will not be published. Required fields are marked *